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Livros para ler nos clubes - catálogo

1822

Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente de tudo, que vivia à margem de qualquer oportunidade numa economia agrária e rudimentar, dominada pelo latifúndio e pelo tráfico negreiro. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono da minoria branca. O analfabetismo era geral. Para piorar a situação, ao voltar para Portugal, no ano anterior, o rei D João VI, deixara os cofres nacionais lisos. O novo país nascia falido. Faltavam dinheiro, soldados, navios, armas ou munições para sustentar uma guerra contra os portugueses, que se prenunciava longa e sangrenta. As perspectivas de fracasso, portanto, pareciam bem maiores do que as de sucesso. Nesta nova obra, o escritor brasileiro Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808, sobre a fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, mostra como o Brasil, que tinha tudo para fracassar, consegue sobreviver com êxito em 1822, graças a uma notável combinação de sorte, improviso, acaso e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país.

1Q84

Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes.Em 1Q84, Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.

A alma do líder

A Alma do Líderé um poderoso guia que revela os 7 passos essenciais para se tornar num líder extraordinário.Conheça e desenvolva as qualidades que tornaram lendários nomes como Gandhi, Martin Luther King, Winston Churchill e Buda.Um livro fulcral para melhorar todas as áreas da sua vida: desde a família, o lar, a escola e o trabalho às relações pessoais.A um nível mais profundo, revela o guru: "Um líder é a alma simbólica de um grupo".Deepak Chopra oferece-nos não só um guia detalhado para libertarmos o poder de liderança que existe dentro de cada um de nós, mas também um poderoso apelo à ação.Siga o lema de Gandhi: "Seja você mesmo a mudança que deseja ver no mundo".

A Arca

Tessalonica, 1917. No dia em que Dimitri Komninos nasce, um incêndio devastador varre a próspera cidade grega, onde cristãos, judeus e muçulmanos vivem lado a lado. Cinco anos mais tarde, a casa de Katerina Sarafoglou na Ásia Menor é destruída pelo exército turco. No meio do caos, Katerina perde a mãe e embarca para um destino desconhecido na Grécia. Não tarda muito para que a sua vida se entrelace com a de Dimitri e com a história da própria cidade, enquanto guerras, medos e perseguições começam a dividir o seu povo. Tessalonica, 2007. Um jovem anglo-grego ouve a história de vida dos seus avós e, pela primeira vez, apercebe-se de que tem uma decisão a tomar. Durante muitas décadas, os seus avós foram os guardiões das memórias e dos tesouros das pessoas que foram forçadas a abandonar a cidade. Será que está na altura de ele assumir esse papel e fazer daquela cidade a sua casa?

A Arte da Viagem

Cinquenta anos de viagens celebrados por uma recolha de textos que formaram Paul Theroux enquanto leitor e enquanto viajante - um manual literário de viagem, um guia filosófico, uma antologia de grandes autores que viajaram, entre eles Theroux. "A Arte da Viagem" mostra toda a bagagem - espiritual ou física - que levaram e que trouxeram; os lugares por onde passaram, ou nunca passaram; os prazeres e os sofrimentos do viajante, os paradoxos da viagem, a solidão, o anonimato, o encontro com estranhos; a estrada enquanto vida; as cidades, os comboios, as paisagens; a aventura; e a tradição, a política e a pornografia na viagem; o tempo e o amor na viagem; e a viagem enquanto transformação. Neste extraordinário tributo encontramos, entre muitos, Vladimir Nabokov, Samuel Johnson, Evelyn Waugh, Mark Twain, Bruce Chatwin, Graham Greene, Isak Dineses, Anton Tchekov, Ernest Hemingway e o melhor de Paul Theroux.

A arvore

EmA árvore, Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora recria, de forma pessoal, dois contos tradicionais japoneses. Caracterizam-nos o exotismo dos ambientes e, no caso deA árvore, uma particular sensibilidade perante a Natureza, com a qual o Homem partilha espaço e vivências e que se apresenta como origem das artes. 

A audácia da esperança

Em Julho de 2004, Barack Obama galvanizou a Convenção Nacional do Partido Democrata com um discurso dirigido aos americanos de todos os quadrantes políticos. Um comentário conquistou lugar na atenção do público: a observação de que, apesar de toda a discórdia e luta manifestas na história da América enquanto nação, o seu povo foi sempre guiado por um optimismo indestrutível quanto ao futuro, a que o senador Obama chama «a audácia da esperança».Neste livro Obama apela a uma forma diferente de fazer política - uma política para aqueles que estão cansados da partidarização amarga que se pode ver nas campanhas eleitorais; uma política enraizada na fé, na inclusão e na nobreza de espírito que residem no âmago da «nossa improvável experiência democrática».Senador e advogado, professor e pai, cristão, céptico e, acima de tudo, estudioso da história e da natureza humanas, Obama escreveu um livro com potencial transformador. Só regressando aos princípios de que emanou a Constituição, afirma, conseguirão os americanos reparar um processo político que não está a funcionar e devolver ao pleno funcionamento um governo que perdeu perigosamente o contacto com milhões de cidadãos comuns. Estes americanos andam por aí, escreve, «à espera que republicanos e democratas estejam à sua altura».

A Bela adormecida

A história original da Bela Adormecida de Charles Perrault. Tradução da versão inglesa de 1921. Ilustrações de Johann Georg Van Caspel.Sabedoria Alternativa Digital- livro onlineFaça o donwload do itunes aqui

A boneca de Kokoschka

O pintor Oskar Kokoschka estava tão apaixonado por Alma Mahler que, quando a relação acabou, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os permenores da sua amada. A carta à fabricante de marionetas, que era acompanhada de vários desenhos com indicações para o seu fabrico, incluía quais as rugas da pele que ele achava imprescindíveis. Kokoschka, longe de esconder a sua paixão, passeava a boneca pela cidade e levava-a à ópera. Mas um dia, farto dela, partiu-lhe uma garrafa de vinho tinto na cabeça e a boneca foi para o lixo. Foi a partir daí que ela se tornou fundamental para o destino de várias pessoas que sobreviveram às quatro toneladas de bombas que caíram em Dresden durante a Segunda Guerra Mundial.

À caça do diabo

Durante muitos anos, a Serra Leoa e a Libéria foram países demasiado perigosos para serem visitados, acossados por uma violência excepcional, da qual brotam algumas das imagens mais cruéis da África contemporânea - as crianças soldado, a mutilação de prisioneiros e os diamantes de sangue. Com a guerra oficialmente terminada, Tim Butcher atravessa a pé ambos os países, numa viagem de mais de 600 km através de florestas e pântanos na rota aberta por Graham Greene em 1935 e imortalizada no clássico Travelling Without Maps. Um retrato fascinante de um continente devastado pela guerra e pela violência. Butcher confronta-nos com a influência clandestina das sociedades secretas e dos seus códigos rígidos - acusadas de assassinar os que se recusam a participar - para explicar o fracasso da Serra Leoa e da Libéria no período do pósguerra. O Diabo - figura do tirano sobre um sufocante sistema de crenças nas regras secretas que esmagam o indivíduo - deve ser expulso, conclui.

A casa do lago

Duas mansões inglesas. Um encontro que mudará tudo. O Natal aproxima-se e todos os jornais londrinos falam da extraordinária vaga de frio que congelou os lagos no Norte do país. Deixando-se levar pela nostalgia, a jovem Alix Richardson abandona a cidade e regressa à mansão da família para passar a época festiva na companhia de Edwin, o seu irmão gémeo, e Perdita, a irmã mais nova. Três anos antes, Alix fugira dessa mesma casa, desesperada por se libertar da tirania da sua temível avó. Agora, ela está decidida a enfrentá-la, mas não vai ser a única a regressar: um a um, todos os membros da família Richardson e muitos dos seus amigos e conhecidos estão de volta para celebrar o Natal por entre a imensidão das montanhas e dos lagos gelados. No entanto, por detrás da aparente calma da vida familiar, pulsam velhos rancores, paixões e segredos. No ar pairam ainda demasiadas perguntas sobre o acidente de viação que, anos antes, vitimou a sua mãe e a sua irmã mais velha. Dotada agora de uma nova maturidade, Alix está preparada para descobrir a verdade, nem que para tal tenha de desenterrar os fantasmas do passado.

A casa do mar

Quando abandona temporariamente a cidade de Londres rumo a uma pequena vila costeira, a jovem Lily sente-se imediatamente arrebatada pela paisagem deslumbrante e pelo ritmo da pequena comunidade. Ela está a seguir as pisadas do falecido arquitecto Klaus Lehmann, objecto de estudo da sua tese académica. Mas, à medida que aprofunda a sua pesquisa, o fascínio pela vida de Klaus ameaça suplantar a admiração pela sua obra. Será com "uma ponta de inveja" que a jovem descobre a intensidade da paixão que Klaus sentia pela mulher, Elsa. Os laços que uniram os dois amantes agitam ainda as páginas de inúmeras cartas de amor. Ao lê-las, Lily reconstrói a história do casal e, sozinha na sua casa junto ao mar, começa a questionar a sua própria vida. A agitada rotina londrina, a carreira e a relação com o namorado enfrentam agora novos e desafiadores sonhos e emoções. Gradualmente, Lily apercebe-se de que o vazio que sente pode não ser preenchido com um simples regresso a casa…Bisneta de Sigmund Freud e filha do pintor Lucien Freud, Esther inspirou-se livremente na correspondência do seu avô Ernst - conferiu inclusivamente ao personagem de Klaus Lehmann alguns dos seus traços - para, com um talento e profundidade únicos, explorar os caminhos tortuosos da mente humana e o poder ilimitado do amor.
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